segunda-feira, 27 de junho de 2011

LISBOA-Graffiti+Festa

LISBOA, a Noite, os Graffiti e a Politica
Começando pelos graffiti em que a par de actos de puro vandalismo de âmbito criminal - de que não me vou ocupar – nos deparamos com formas de arte que, nuns casos, constituem  transgressão a restrições à liberdade individual e noutros casos correspondem a sinais de vida e de alegria em espaços condenados à morte por aqueles que detêm o poder:
É o caso do Parque Mayer.
Lisboa precisa do folclore dos graffiti como forma de esconder a inacção e uma vida insípida, resultado de uma política de concessões em que a cidadania é concedida ao automóvel. Cedências a entidades como o ACP transformam Lisboa numa imensa garagem, irrespirável e imprópria para pessoas.
O automóvel invade mesmo espectáculos de musica clássica da maior qualidade, como foi o caso do
em que toda a espécie de veículos circulavam pelas ruas que balizam o Largo do Teatro S. Carlos, onde decorriam os espectáculos.

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