terça-feira, 21 de julho de 2009

VILARINHO DA CASTANHEIRA

Aqui nasci e cresci até entrar para a Escola Raul Dória, no Porto.
Nunca esqueci a geografia do lugar, dos caminhos e das terras;
Os amigos raramente encontrados e os perdidos no tempo, nunca reencontrados;
A crueldade presente em certos passatempos que não me atrevo a narrar;
A ternura de pequenos gestos de uma doçura que o tempo não consome.


O mel negro e o mel dourado do Nordeste ….


Acontece que não sou muito dado a certas tradições….

Por outro lado, as novas amizades, o cinema, o teatro e a animação da cidade - em contraponto com a “seca” que para mim constituía a vida na aldeia - galvanizaram as minhas energias e a aldeia ficou para traz.

Entretanto, a ligação à terra, a nostalgia da infância e do lugar, o registo dos momentos essenciais - fixados com o rigor da objectiva fotográfica - as memórias do passado, indispensáveis ao equilíbrio no presente e ao projecto do futuro, tiveram o seu eco no Primogénito da Família, como demonstram os diversos apontamentos, da sua responsabilidade, incluídos em VENTOSdoNORDESTE.

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